quinta-feira, 29 de setembro de 2016

New York Times: "Efeito Papa Francisco" Tem Afastado Fiéis da Igreja.


Está aí um jornal que a imprensa mundial lê , apesar de ser um jornal que faliu, e foi recuperado por um ricaço mexicano e que é apenas o terceiro jornal mais lido dos Estados Unidos (atrás do USA Today e do Wall Street Journal).

Por vezes, eu acho que os jornalistas "especialistas" em assuntos internacionais do Brasil só lêem o New York Times.

Bom, o New York Times é um jornal tipicamente de esquerda.

Mas agora o jornal mostra algo que já vem sendo dito há bastante tempo por outros meios de comunicação e centros de pesquisa: O estilo do Papa Francisco (conhecido como Efeito Francisco) não tem atraído fiéis para a Igreja, pelo contrário, tem afastado.

O texto afinal é muito bom, de autoria de Matthew Schmtz.

Fala, por exemplo, que um dos problemas do Papa Francisco é a mania dele em falar mal e atacar padres e bispos, taxando-os de diversos nomes ruins. Coisa que eu já falei aqui, sobre o livro que descreve os insultos do Papa contra católicos.

Schmtz pergunta por que um fiel iria frequentar uma igreja que os padres não prestam, segundo o própri Papa?

O artigos conclui corretamente dizendo que o Papa não deve buscar ações populistas, mesmo porque Cristo nunca quis ser nem foi populista.

Até no New York Times pode-se encontrar bons artigos, mesmo que sejam atrasados.

Leiam o artigo clicando aqui.

(Agradeço o texto do NY Times ao site Canon212)

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Minha Luta em Defesa de Cristo Contra Pais e Mães de Escolas Católicas


Vou contar a vocês o que aconteceu comigo recentemente. Não vou falar o nome da escola católica, simplesmente porque o problema não foi com a escola e sim com os pais e mães de filhos que estudam nessa escola.

Faço isso para ajudar a todos que lutam diariamente para que a escola de seus filhos ensine o que Cristo ensinou. Para mostrar que vocês não estão sozinhos. Eu faço parte desse grupo, que sofre, mas também vence em Cristo.

O caso foi o seguinte.

A escola católica dos meus filhos anunciou o reajuste das mensalidades para o próximo ano. E o reajuste foi muito elevado.

Então começou um debate entre os pais para que se juntassem contra esse reajuste abusivo.

Decidiu-se formar um grupo no Whatsapp e também manter contato por email.

Minha esposa inicialmente tomou a frente na participação do grupo. Lá pelas tantas, ela me pediu que eu fizesse um esboço de carta para ser entregue na escola, comparando o reajuste com a inflação e mostrando como esse reajuste era prejudicial aos pais em um momento de crise econômica do país.

Assim eu fiz. E a minha esposa me adicionou ao grupo no Whatsapp.

A carta ficou pronta.

Daí, uma pessoa do grupo tomou a frente na escola e a escola pediu que além de falar do reajuste, o grupo de pais também fizessem sugestões para a escola.

Essa pessoa disse que as sugestões deveriam ser enviadas para o email dela e não colocadas no Whatsapp.

Bom, a minha sugestão foi que a escola preservasse o ensino católico nos seus livros e professores. 

Pois para mim os conteúdos técnicos podem ser obtidos na grande maioria das escolas e até sem as escolas, pela internet. Mas a moral cristã só pode ser exigida em escolas denominadas cristãs, em especial em escolas católicas.

Sobre os professores, eu disse que um homem que se veste de mulher ou se comporta como mulher para dar aula ensina coisa muita errada sem abrir a boca. Assim, os professores devem preservar a linha católica em salas de aula.

A pessoa que recebeu meu email reagiu. Disse que não compartilhava de minha opinião, que a escola deve ser pluralista e que não ia defender minha opinião no grupo.

Eu disse a ele que escolas pluraristas são a maioria das escolas e muitas escolas pluralistas sao bem melhores que a escola católica em assuntos técnicos como inglês e matemática. E tambem que eu pedia apenas que a escola que já é católica siga sendo católica.

Além disso, eu disse a ele que defenderia meu argumento em qualquer lugar em qualquer momento, pois foi assim que Cristo ensinou pois Ele nunca se preocupou com o que a maioria pensa.

Ele disse que colocaria a minha sugestão dizendo se tratar de uma sugestão apenas de uma família.

Eu disse que aceitava, mas afirmei que todas outras sugestões também não são de todos, uma vez que, por examplo, os meus filhos ainda são bem pequenos e nem estudam matemática ou inglês ainda.

Em todo caso, eu aceitava ele ser injusto comigo se deixasse a minha contribuição na lista de sugestões. Bom, ele colocou o meu pedido na lista de contribuições.

Estava tudo bem quando de repente, umas mães (repito mães) ao verem a minha sugestão no Whatsapp resolveram reagir.

Elas disseram que não concordava com a minha sugestão, que a escola deveria ser pluralista, que é assim que o Papa pensa, que não querem que seus filhos sejam "alienados socialmente", nem que seus filhos sejam "radicais" e que eu estava sendo "agressivo".

Repeti pelo Whatsapp o que disse à pessoa que recolheu minha sugestão, e acrescentei que a união homossexual é um dos quatro pecados que "clamam aos céus por vingança de Deus", que a união homossexual é condenada inúmeras vezes na Bíblia, e que eu não estava falando que o professor deveria ser católico, apenas que ele deveria respeitar a Doutrina Católica em seu comportamento e aulas dentro de sala de aula de uma escola que já é católica.

Uma mãe disse que adoraria que o professor do filho dela fosse budista. Eu não disse nada na hora para não piorar o debate. Mas ela não deve saber que no budismo não tem Deus e que o Dalai Lama, por exemplo, tem acusações de pedofilia, e que homossexualismo é comum entre budistas.

Muitas mães usaram o Papa para me atacar.

Continuei defendendo meu ponto. E estava sozinho entre 30 mães e pais que viam o debate no Wathsapp. Ninguém saiu em minha defesa. No máximo apareceu duas mães dizendo que gostaram do debate.

Até que surgiu a sugestão de que a minha sugestão fosse incluída de forma separada e entregue à escola.

Respondi que aceitava a sugestão e até ficava muito honrado em ter uma sugestão dessa importância para mim relacionada apenas à minha família.

Por fim, eu tive a sorte de que no domingo houve uma manifestação católica contra o casamento gay no México e que o Papa Francisco tinha mandado uma mensagem de apoio (coisa que ele não fez quando ocorreu esse tipo de coisa na Itália).

Daí enviei uma mensagem ao grupo mostrando que o Papa estava do meu lado. Rezemos.

Foi um debate muito difícil e triste para mim, verem pais e mães de alunos não entenderem a importância da escola dos filhos derem ser católica.

No fim, acho que Cristo venceu e a minha sugestão foi levada à escola.

Mas toda vez que você reclamar de uma escola católica, lembre que os pais e mães é que sãoos culpados por não exigir que a escola católica seja católica.

Além disso, eu percebo a todo dia que a enorme quantidade de brasileiros  "católicos" não são Católicos.

Rezemos e continuemos a luta, por nossos filhos, por Cristo.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Quem Ganhou o Debate entre Hillary e Trump?

Há diversas pesquisas, umas mais outras menos científicas, mas a grande maioria aponta vitória de Trump. O mais surpreendente é a pesquisa da NBC, rede muito esquerdista, que deu Trump.

O site Zero Hedge traz um resumo das pesquisas. Vejam lá.

Eu assisti pela internet as três primeiras partes. Achei que Trump começou nervoso, pressionado, pois todo mundo sabe que ele é bom de debate. Mas depois de alguns instantes ele realmente detonou Hillary. As respostas dele sobre os emails de Hillary e sobre conflitos raciais foram ótimas. Hillary demonstrou ser apenas político profissional.

Qual será os efeitos do debate nas pesquisas? Não sei. Depende das pesquisas também, pois nos EUA o eleitor não é obrigado a votar e claramente há diferenças ideológicas entre os partidos, assim as pesquisas ficam difíceis e também mais fáceis de manipulação.

Se Hillary se ver perdendo debate, ela vai ter de ser mais agressiva, e ela agressiva fica péssima.

Vamos ver. Tem mais debate pela frente. Eleições dia 8 de novembro.




segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O "Novo Normal" Não é Novo nem Normal.


Semana passada, o prefeito de Londres, Sadiq Khan, que é muçulmano, declarou que ataques terroristas nas cidades em Londres e Nova York fazem parte da rotina das cidades, seria o normal, a polícia ficaria vigilante, mas é isso aí, devemos aceitar.

Também li que o comentarista político, Rush Limbaugh, disse que conflitos raciais durante o governo do Obama seria o novo normal. Limbaugh é um dos maiores críticos de Obama, dentro dos Estados Unidos. Ele está acusando Obama de ser leniente quando grupos de negros atacam as cidades, saqueando as lojas, atirando em policiais, porque consideraram que houve uma injustiça em algum ato policial. No último caso, um policial negro matou um negro. O que importa para esse grupo de negros, chamado Black Lives Matter, não são verdades, se o policial tinha razão em fazer isso, quem era a vítima, etc. Nem importa para o grupo que quem mais mata negros nos Estados Unidos são os próprios negros, no subúrbios de cidades americanas, em especial na terra de Obama, Chicago.

Leio também que o colégio "tradicional" Dom Pedro II vai liberar saias para meninos. O homem gay seria o "novo normal" . Casamento gay é o novo normal e todos deveriam aceitar, é o progresso.

Bom, cabe dizer que as três coisas acima, terrorismo islâmico, gangues atacando o próprio país e união homossexual, não são nem novo nem normal.

Terrorismo islâmico contra os cristãos existe desde que o surgimento do Islã, desde Maomé. O que houve foi que os cristãos da Europa lutaram muito oara afastar o Islã do continente. O que é novo hoje é a vontade dos líderes políticos e religiosos de  abraçar o Islã, coisa odiosa para inúmeros santos da Igreja Católica. Isso não é normal, o que é normal é o povo defender sua cultura e religião.

Sobre gangues que atacam seus próprios países, essas existem desde a formação de países. O que existe de novo hoje é a vontade de líderes políticos e religiosos de ficar do lado de gente que não respeita a lei e ainda ganhar votos por isso, coisa odiosa para inúmeros cidadãos desde a adoção das leis nacionais. Isso não é normal, o que é normal é o povo defender seu próprio povo, dentro de sua própria casa.

Sobre unuão homossexual, basta lembrar do relato de Sodoma. O que existe de novo hoje é a vontade de líderes políticos, religiosos e de parte do povo de abraçar a causa homossexual, coisa odiosa para inúmeros santos da Igreja Católica. Isso não é normal, o que é normal é homem e a mulher se unirem para gerar uma família, nenhum povo da história adotou o casamento homossexual, nenhuma religião do mundo adotou ou adota.

Nossos antepassados e santos responderam ao terrorismo, gangues e união homossexual, de uma maneira que fez surgir o mundo ocidental com todos os direitos humanos e domínio econômico e cultural.

O que resultará desses "novos normais"? Destruição.



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O Muro da França e da Inglaterra Contra Refugiados em Construção.



França, com dinheiro da Inglaterra, começou a construir um muro contra refugiados em Calais, na França, para que eles não consigam chegar na Inglaterra.

Esses imigrantes também costumam atacar aminhões que chegavam a Calais,para entrar em caminhões e entrar nos barcos.

E saibam que já morreu gente, inclusive crianças filhos de imigrantes, tentando entrar em barcos de transporte indo da França para a Inglaterra.

Mais de 84 mil imigrantes já foram pegos tentando entrar ilegalmente na Inglaterra, a partir de Calais.

Apenas 1% desses imigrantes de Calais são da Síria, o resto são do Sudão (45%), Afeganistão (30%), Paquistão (7%), Eritréia (6%), segundo algumas pesquisas.



Os campos de refugiados de Calais, pela confusão, desordem e número de pesssoas são chamados de Calais Jungle (Selva de Calais)

França e Inglaterra se acusam por conta dos problemas em Calais.

Ah, mas o mundo só quer saber de um muro que ainda não foi feito, um tal de muro do Trump contra os imigrantes mexicanos e afins. 

Por sinal, hoje um professsor de Direito dos Estados Unidos já fala em impeachment de Donald Trump. E ele nem foi eleito ainda, e ainda está, supostamente, atrás nas pesquisas eleitorais, apesar de ter encostado em Hillary Clinton.

Como eu falei no post de ontem, o esquerdismo se rebaixa a todos os níveis para vencer na guerra cultural.

Ainda sobre o tal suposto muro de Trump, que até o Papa Francisco condenou (o Papa não falou nada sobre o muro na França, até onde eu sei), um blog católico falou hoje, em tom cômico (mas com fundo de verdade) que há uma manifestação no México em favor do casamento tradicional, sendo assim os esquedistas americanos passaram a ser favor do muro contra o México, hehe.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Por Que o Esquerdismo Sempre Ganha?


O escritor é estatístico genial, William William Briggs respondeu a pergunta acima de forma bem clara e simples.

E a resposta dele tem muito a ver com o post anterior sobre o "evangelho da paz" do Papa Francisco.

O esquerdismo sempre ganha o debate mídia e nas universidades, porque os esqierdistas entram  guerra contra seus oponentes e atacam seus traidores. Os esquerdistas não são pacíficos na guerra cultural, eles avançam, tentam destruir seus oponentes com meus legais e ilegais.

No artigo, Briggs lembra que perguntaram ao grande filósofo católico, Peter Kreeft, por que muçulmanos e gays estão juntos na guerra cultural quando têm ideologias tão distintas. Kreeft respondeu que muçulmanos e gays são atualmente os únicos dois grupos que estão dispostos morrer por suas causas.

Briggs lembra um fato óbvio: não se vence nenhuma guerra sem lutar.

Leiam o excelente texto dele publicado em seu blog.

Os cristãos devem entrar na guerra cultural em todas as esferas da vida, em casa, na família, nos colégios, nas universidades, nos jornais, nos partidos, na televisão, nos cinemas. Tentando usar meios legais sempre, e até ilegais se as leis oprimem os cristãos.

Quando eu li o Pacem in Terris de João XXIII, a primeira coisa que me chamou atenção foi que achei o texto bem frágil teologicamente, tem um pacifismo exagerado e confia ma ONU.

 Por outro lado,  a segunda coisa que me chamou atenção a, foi que João XXIII defendeu que cristãos entrassem na guerra cultural contra programas de TV, cinemas, etc.

A guerra cultural tem muito a ver com a guerra real. Cristãos também são chamados por vezes a entrar na guerra real, a pegar em armas.

Se o jornal ou Tv ou revista é anticristão critique e não compre. Se o seu professor é anticristão, critique-o abertamente, não o deixe falar sozinho.






quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O "Evangelho da Paz" do Papa Francisco Serve à Guerra.


O Papa Francisco declarou seu "evangelho de paz" novamente hoje. Dizendo coisas como "só a paz é santa, a guerra nunca é santa" e "não há amanhã nas guerras".

Acho que milhões e milhões de soldados que lutaram em guerras em defesa do cristianismo e contra diversas ideologias destrutivas, como o nazismo e o comunismo, estão rolando em seus túmulos.

Essas palavras não passam pelo crivos de doutores da Igreja como Santo Agostinho, que é o pai teórico da ideia de Guerra Justa, e São Tomás de Aquino, seguidor de Agostinho.

Inúmeros santos e papas foram para guerras, incluindo São Francisco de Assis. Por sinal, o Papa estava em Assis quando disse aquelas palavras.

Sem falar que esse "evangelho da paz" não passa pelo crivo da Bíblia. Para começar, Cristo declarou que ninguém tinha mais fé Nele do que um soldado romano.  E Cristo disse que ele não vinha para trazer paz, mas divisão. A Bíblia, em inúmeras passagens, chamou Deus de Senhor dos Exércitos e falou sobre a Ira de Deus.

Esse tipo de discurso do Papa não serve à paz, alimenta a guerra, fortelece os inimigos do cristianismo.

Esse é o assunto do meu livro que deve sair em Novembro, pela grande Editora Ecclesiae. Comento muito o que diz Papa Francisco sobre guerras no livro, em contraponto à Bíblia, à história da Igreja, aos doutores e santos da Igreja.

Que São Lorenço de Brindisi, São João Capistrano e Santa Joana D'Arc nos protejam.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

O (Não) Legado de Obama_Historiador Victor Davis Hanson


Obama, para mim, é o retrato da estupidez do mundo. Do mundo rasteiro, ignorante em fatos e em história, que vive de imagens, de discursos, que aprende história em filmes de Hollywood,  e não consegue nenhum feito substancial. O mundo deu o Prêmio Nobel da Paz para Obama em 2009, no primeiro ano de mandato de Obama (foto acima). Baseado em quê? Em nada, apenas em discursos. E Obama desprezou esse prêmio, continuou as guerras de Bush. Mas Obama continuou sendo aplaudido pelo mundo, que o adora, com base em...nada.

Obama fez seu último discurso na ONU hoje, como presidente. Novamente defendeu um globalismo ateu para o mundo. Ressaltou, baseado sabe Deus em quê, que o mundo está muito melhor que já teve em toda a história da humanidade (supostamente ele seria o maior responsável por isso), mas que teria alguns pequenos problemas no Oriente Médio, com um negócio chamado mudança climática e principalmente com aqueles que não aceitam as ideias dele.

Victor Hanson, historiador norte-americano, no seu blog hoje, detalhou o que seria o legado de Obama: nada.

Hanson ressalta como Obama é um presidente que detesta a própria história do seu povo e sai por aí atacando o povo americano e defendendo o globalismo ateu. Obama chegou a chamar o povo americano de preguiçoso.

Hanson sempre nos esclarece e escreve de maneira divertida tambpem. Até lembrou umas gafes clássicas de Obama, como quando Obama disse que o Havaí (terra em que supostamente nasceu) ficava na Ásia, quando disse que austríacos falavam um tal de língua austríaca nunca vista e quando disse que as ilhas Falklands eram as ilhas Maldivas.

Hanson também lembrou os péssimos conhecimentos históricos de Obama em relação ao Islã, religião que Obama vive elogiando.

E mostra a falência da principal bandeira do governo Obama, o sistema de saúde conhecido como Obamacare que está em caminho de falência e que nem a Hillary diz que irá mantê-lo.

Para Hanson, o legado de Obama não poderá ser encontrado nem no exterior, nem dentor dos Estados Unidos. Muito provavelmente ele será visto apenas como um "crítico do sistema cultural  e do país que permitiu que ele chegasse a presidência da república".

Para Hanson, o possível legado de Obama será Donald Trump, que quer fazer o avesso que Obama fez. Como Obama não fez nada, há muito a ser feito.

Hanson não fala sobre o legado econômico de Obama. Não precisou, ninguém no partido dele defende o legado de desemprego e de dívida de Obama.

Leiam artigo de Victor Hanson Davies clicando aqui.